|
|
|

Medicar crianças com problemas de aprendizagem é um mal necessário
Mito
Se, por um lado, os avanços no estudo do funcionamento cerebral têm trazido maior conhecimento sobre esse importante e ainda pouco conhecido órgão, por outro, as pesquisas desenvolvidas e financiadas pelas indústrias farmacêuticas têm levado profissionais da saúde e da educação e também pais a acreditarem que a medicalização é necessária quando a criança apresenta problemas de aprendizagem.
Mais que mito, trata-se de uma ação perigosa porque tais medicamentos, por vezes, trazem efeitos colaterais mais devastadores que a própria “doença” que eles visam curar.
Não há ainda nenhuma comprovação científica da eficácia desses medicamentos na aprendizagem escolar. Seus efeitos incidem especificamente na área da atenção, semelhantes ao de uma dopação. E uma criança dopada fica, visivelmente, mais fácil de ser dominada em sua inquietude na sala de aula, o que dá a impressão de uma criança com maior atenção.
É importante, no entanto, que os pais entendam que essa atenção é conseguida por um elemento externo e não garante avanço na aprendizagem, que requer acima de tudo uma relação afetuosa com o conhecimento.
Vale a dica: Se seu filho recebeu de algum especialista o diagnóstico de TDAH ou Dislexia e foi medicado, procure uma segunda opinião, de modo a se certificar da necessidade ou evitar que tome uma medicação pesada desnecessariamente.
Clique aqui para ler mais.
Voltar
|
|